quinta-feira, 18 de junho de 2015

Museu do Tropeiro na VII Tertúlia Cultural das Nações




       






                     



O Museu do Tropeiro participou com muita honra, da VII Tertúlia Cultural das Nações, realizada no dia 09 de junho de 2015, na sede social do Clube Ponta Lagoa, em Ponta Grossa. O convite foi feito pela Diretora do Departamento Cultural e  pela Assessora do Departamento de Recreação do Clube, Sras. Iclea Saliba Cunha e Neuza Mansani. A programação variada apresentou, através das danças, músicas, história e gastronomia,  alguns temas que representam a formação da sociedade dos Campos Gerais:

* Tambores Milenares Japoneses
* Grupo Folclórico Ucraniano Zoriá
* Grupo de Dança Árabe
* Associação Germânica dos Campos Gerais
* Cultura Italiana
* O Tropeirismo nos Campos Gerais


                                                               

 Estiveram representando o Museu do Tropeiro as historiadoras Amélia Podolan Flügel e Milena Santos Mayer, e pela Associação de Amigos do Museu do Tropeiro as Sras.  Setuko Nagao e Valéria Langendyck, além de Araci Pianowski, associada através de quem Museu recebeu a invitação.


        Sentadas: Araci Pianowski, Valéria Langendyck
       Em pé: Amélia Podolan Flügel, Milena Mayer e Setuko Nagao

Amélia fez uma explanação sobre como o Tropeirismo influenciou a identidade dos Campos Gerais através do povoamento, costumes, gastronomia, linguajar, etc.; Araci emocionou a todos os presentes com a declamação do poema "Tropeiro", da poetisa piraiense Vera Vargas e o Cancioneiro da Rota, Silvestre Alves, apresentou suas composições de música regional.


                                                                          Cancioneiro da Rota : Silvestre Alves


Agradecemos ao Clube Ponta Lagoa a oportunidade de divulgar a história do Tropeirismo e do Paraná, objetivo maior do Museu do Tropeiro.


 Elton Tupich, Icléa Saliba Cunha, Amélia Podolan Flügel e Milena Mayer





terça-feira, 16 de junho de 2015

Museu do Tropeiro recebe Mapa Histórico







O Museu do Tropeiro recebeu no dia 15 de junho de 2015, da Prefeitura Municipal de Castro, um mapa original da Colônia Brazilio Machado. Datado de  20 de agosto de 1885, é de autoria do Engenheiro Chefe do Serviço Colonial, Dr. Olimpio Rodrigues Antunes, responsável pela implantação dos núcleos de imigrantes europeus durante o reinado do Imperador Dom Pedro II.
 No mapa, feito em papel e tecido e já com partes deterioradas, é possível ver os arredores da cidade de Castro, a localização de córregos e das estradas existentes à época, além dos contornos do Rio Iapó. O objetivo do engenheiro era, no entanto, documentar a demarcação dos lotes nos Núcleos Santa Leopoldina e Santa Clara, onde foram fixados os primeiros imigrantes poloneses e alemães em Castro.


terça-feira, 19 de maio de 2015

Circuito histórico para professores e estudantes

         Nos dias 09 e 10 de abril, 36 professores da rede pública e privada de ensino de Castro participaram de 16 horas de formação continuada durante o 3º Módulo de Formação de Professores do Atlas Ambiental Mata Viva de Castro. Os encontros fazem parte do Programa de Educação e Adequação Ambiental Mata Viva, promovido pela Basf e Fundação Espaço ECO. 
         A iniciativa prevê beneficiar sete mil alunos de 25 escolas públicas e 100 alunos de uma escola particular do município, promovendo uma atualização dos professores envolvidos no projeto, ampliando o aprendizado sobre as características socioambientais da região e apresentando uma nova perspectiva das ações locais e seu impacto global.
        Na quinta-feira, o trabalho contou com o apoio do Museu do Tropeiro. Acompanhados pela historiadora Milena Mayer e da coordenadora do Museu do Tropeiro, Amélia Podolan Flugel, os professores visitaram o Largo da Igreja Matriz, a Praça Manoel Ribas e João Gualberto e a rua Dr. Jorge Xavier da Silva. “Durante o trajeto explicamos aos professores o processo de povoamento da cidade, os acontecimentos de cada lugar e a história das edificações”, explica Milena. Ao final, em uma rodada de perguntas as historiadoras do Museu esclareceram dúvidas e os professores apresentaram também suas experiências e reflexões sobre o patrimônio histórico-cultural da cidade. “O resultado do Circuito Histórico-Cultural foi muito bom, sendo que os professores sugeriram que atividade seja repetida em outras ocasiões”, completa Amélia.



          Dando continuidade ao projeto, nos dias 05 e 07 de maio de 2015, o Museu Tropeiro acompanhou alunos da Escola Municipal Vicente Machado e Escola  Municipal Mariana Garcez Duarte no projeto "Conhecendo as Praças". O circuito incluiu a Praça Indalecio de Macedo, Pedro Kaled, Sant'Ana do Iapó, Manoel Ribas e João Gualberto. Durante o trajeto foram apresentados aos alunos informações sobre a origem e histórico das mesmas















sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Museu recebe álbum de fotos antigas

      O Museu do Tropeiro recebeu um álbum de fotos da década de 1940. A doação foi oferecida pelo sr. Jaime Penteado Rudge, morador de São Paulo e sobrinho neto de D. Evangelina Madureira. As imagens mostram alguns lugares de Castro como a Igreja Sant'Ana, Grupo Escolar Vicente Machado, o rio Iapó, a Praça Manoel Ribas, etc. Grande parte das fotografias retrata a  Fazenda Matilde e a Fazenda Capão Alto, que na época era visitada frequentemente pelos familiares e amigos paulistas da família de Javert e Evangelina Madureira.    Ao sr. Jaime Rudge a nossa admiração e nosso agradecimento pelo nobre gesto de compartilhar as memórias de Castro.


























quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Aniversário do Museu

Há 38 anos nascia o Museu do Tropeiro!

Idealizado por Judith Carneiro de Mello, o Museu mantem suas atividades ininterruptamente desde 21/01/1977.
Parabéns Museu do Tropeiro!



A data foi comemorada com o lançamento da exposição "Viagem no tempo: a história de Castro através da pintura", de João Maria Ferraz Diniz - Membro da Associação de Amigos do Museu do Tropeiro.

A exposição poderá ser vista até o dia 22 de março de 2015.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL TÊM NOVA EXPERIÊNCIA EM VISITA AO MUSEU DO TROPEIRO


Na sexta-feira (21) pela manhã, o Museu do Tropeiro e Casa de Sinhara receberam a visita de alunos e professores da Associação de Pais e Amigos do Deficiente Visual (Apadevi), de Ponta Grossa. A ação proporcionou uma nova experiência tanto para os participantes da Apadevi que possuem grau severo de deficiência visual, quanto para os profissionais que trabalham nestes espaços histórico-culturais de Castro.  “Esta foi uma visita diferenciada, pois o Museu do Tropeiro é um museu tradicional e ainda não está preparado para a acessibilidade universal. Mas, como a visita foi agendada com antecedência, conseguimos nos preparar para atender ao grupo da melhor maneira possível. Assim, programamos uma visita em que os visitantes pudessem manusear os materiais e perceber as dimensões e textura de alguns objetos do Museu”, explica a coordenadora do Museu do Tropeiro, Amélia Podolan Flügel. 

                                                                                                                                                                                                

Ao chegarem ao Museu, os visitantes foram recepcionados em uma das salas. Neste espaço, Amélia e a historiadora e funcionária do Museu, Milena Mayer, contaram um pouco sobre o tropeirismo - atividade econômica que originou a cidade de Castro - como eram as viagens, e sobre os utensílios que eram utilizados pelos tropeiros durante os meses em que permaneciam fora de suas casas. Os visitantes também ouviram uma música que reproduz o som das tropas e canção de Silvestre Alves, o cancioneiro da Rota, sobre o cotidiano dos tropeiros.



                                 


                         


  

Em seguida, os visitantes – professores, alunos e alguns de seus familiares – puderam manusear alguns utensílios do Museu. Esta experiência foi acompanhada pela descrição feita por Amélia e Milena sobre a utilização destes materiais pelos tropeiros. Entre os objetos apresentados estiveram o cincerro - o sino que ia no pescoço da madrinha, a mula que seguia à frente da tropa –, cangalhas, e arreios. Também conheceram como era preparado o alimento no pouso tropeiro, com fogueiras feitas no chão, ferros de passar roupa a brasa, entre outros materiais da época. E, depois de conhecer um pouco do cotidiano dos tropeiros, o grupo seguiu para a Casa de Sinhara, onde foi vez de descobrir como era a vida das esposas dos tropeiros, que durante as viagens de seus maridos eram responsáveis por cuidar das propriedades. A Casa retrata o modo de vida e os costumes das mulheres do séc XIX. O passeio por Castro terminaria com visita à Fazenda Capão Alto.

E, os vários comentários, brincadeiras e perguntas dos visitantes deixou claro que eles aprovaram o passeio. “A gente vive muito na imaginação. Passeios como o que fizemos em Castro, que uniu informação e o manuseio nos objetos, nos permitiu sair da imaginação e conhecer melhor como era a vida dos tropeiros”, destaca Elaine Cristina Pereira Pinto Machado, uma das alunas da Apadevi. “E, como era difícil a vida deste tropeiros, os objeto são todos grandes e pesados”, opina. 


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

RESTAURO DA COBERTURA DO MUSEU DO TROPEIRO EM FASE FINAL

     










Está na fase final a restauração do telhado do Museu do Tropeiro. Agora, os profissionais da Arquibrasil Arquitetura e Restauração trabalham na recolocação das telhas da cobertura do Museu. A Prefeitura está investindo R$ 179.260,30 no serviço de restauração, com recursos próprios. Devido ao imóvel ser tombado, a empresa interessada na reforma deveria possuir experiência comprovada em restauração de patrimônio histórico. 

Os trabalhos iniciaram em julho, com a recuperação das telhas originais. Todas as telhas da cobertura do Museu foram retiradas e lavadas uma a uma; as que estavam em bom estado foram impermeabilizadas. Houve também a troca da madeira que dá sustentação à cobertura do Museu. O mestre de obras da Arquibrasil, Emerson de Jesus, que coordena o trabalho, explica que o madeiramento da cobertura ainda recebeu tratamento anticupim. "Realizado esse trabalho, instalamos, em seguida, uma manta de alumínio sobre o forro do Museu. A manta é responsável pelo isolamento térmico do imóvel e ajuda a proteger a estrutura interna do imóvel contra goteiras, caso alguma telha seja danificada". Finalizadas essas etapas, os profissionais agora trabalham na recolocação das telhas na cobertura do Museu. "Se o tempo colaborar, creio que em duas semanas possamos finalizar o trabalho de recolocação das telhas", aponta Emerson.
 
O imóvel que serve de sede para o Museu do Tropeiro foi construído no século XVIII e foi tombado pelo Patrimônio Histórico Cultural do Paraná em 1978. Há anos o imóvel enfrentava problemas com goteiras, e os prejuízos chegaram ao forro, ao assoalho e às paredes. Em virtude disso, a coordenadora do Museu do Tropeiro, Amélia Podolan Flügel, explica que o restauro da cobertura do imóvel é fundamental para conter sua degradação. "Os principais problemas estruturais eram em decorrência das más condições da cobertura do Museu - com goteiras e infiltração. Por isso, consideramos que a reforma do telhado era uma ação emergencial e que ajudará a evitar mais problemas", aponta. 

Enquanto o imóvel passa por reforma, o acervo completo do Museu pode ser visitado na Casa de Mariinha, que fica na praça Sant'Ana do Iapó. Com mais de mil peças, o Museu do Tropeiro de Castro é considerado um dos mais importantes do gênero no Brasil.