terça-feira, 19 de maio de 2015

Circuito histórico para professores e estudantes

         Nos dias 09 e 10 de abril, 36 professores da rede pública e privada de ensino de Castro participaram de 16 horas de formação continuada durante o 3º Módulo de Formação de Professores do Atlas Ambiental Mata Viva de Castro. Os encontros fazem parte do Programa de Educação e Adequação Ambiental Mata Viva, promovido pela Basf e Fundação Espaço ECO. 
         A iniciativa prevê beneficiar sete mil alunos de 25 escolas públicas e 100 alunos de uma escola particular do município, promovendo uma atualização dos professores envolvidos no projeto, ampliando o aprendizado sobre as características socioambientais da região e apresentando uma nova perspectiva das ações locais e seu impacto global.
        Na quinta-feira, o trabalho contou com o apoio do Museu do Tropeiro. Acompanhados pela historiadora Milena Mayer e da coordenadora do Museu do Tropeiro, Amélia Podolan Flugel, os professores visitaram o Largo da Igreja Matriz, a Praça Manoel Ribas e João Gualberto e a rua Dr. Jorge Xavier da Silva. “Durante o trajeto explicamos aos professores o processo de povoamento da cidade, os acontecimentos de cada lugar e a história das edificações”, explica Milena. Ao final, em uma rodada de perguntas as historiadoras do Museu esclareceram dúvidas e os professores apresentaram também suas experiências e reflexões sobre o patrimônio histórico-cultural da cidade. “O resultado do Circuito Histórico-Cultural foi muito bom, sendo que os professores sugeriram que atividade seja repetida em outras ocasiões”, completa Amélia.



          Dando continuidade ao projeto, nos dias 05 e 07 de maio de 2015, o Museu Tropeiro acompanhou alunos da Escola Municipal Vicente Machado e Escola  Municipal Mariana Garcez Duarte no projeto "Conhecendo as Praças". O circuito incluiu a Praça Indalecio de Macedo, Pedro Kaled, Sant'Ana do Iapó, Manoel Ribas e João Gualberto. Durante o trajeto foram apresentados aos alunos informações sobre a origem e histórico das mesmas















sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Museu recebe álbum de fotos antigas

      O Museu do Tropeiro recebeu um álbum de fotos da década de 1940. A doação foi oferecida pelo sr. Jaime Penteado Rudge, morador de São Paulo e sobrinho neto de D. Evangelina Madureira. As imagens mostram alguns lugares de Castro como a Igreja Sant'Ana, Grupo Escolar Vicente Machado, o rio Iapó, a Praça Manoel Ribas, etc. Grande parte das fotografias retrata a  Fazenda Matilde e a Fazenda Capão Alto, que na época era visitada frequentemente pelos familiares e amigos paulistas da família de Javert e Evangelina Madureira.    Ao sr. Jaime Rudge a nossa admiração e nosso agradecimento pelo nobre gesto de compartilhar as memórias de Castro.


























quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Aniversário do Museu

Há 38 anos nascia o Museu do Tropeiro!

Idealizado por Judith Carneiro de Mello, o Museu mantem suas atividades ininterruptamente desde 21/01/1977.
Parabéns Museu do Tropeiro!



A data foi comemorada com o lançamento da exposição "Viagem no tempo: a história de Castro através da pintura", de João Maria Ferraz Diniz - Membro da Associação de Amigos do Museu do Tropeiro.

A exposição poderá ser vista até o dia 22 de março de 2015.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL TÊM NOVA EXPERIÊNCIA EM VISITA AO MUSEU DO TROPEIRO


Na sexta-feira (21) pela manhã, o Museu do Tropeiro e Casa de Sinhara receberam a visita de alunos e professores da Associação de Pais e Amigos do Deficiente Visual (Apadevi), de Ponta Grossa. A ação proporcionou uma nova experiência tanto para os participantes da Apadevi que possuem grau severo de deficiência visual, quanto para os profissionais que trabalham nestes espaços histórico-culturais de Castro.  “Esta foi uma visita diferenciada, pois o Museu do Tropeiro é um museu tradicional e ainda não está preparado para a acessibilidade universal. Mas, como a visita foi agendada com antecedência, conseguimos nos preparar para atender ao grupo da melhor maneira possível. Assim, programamos uma visita em que os visitantes pudessem manusear os materiais e perceber as dimensões e textura de alguns objetos do Museu”, explica a coordenadora do Museu do Tropeiro, Amélia Podolan Flügel. 

                                                                                                                                                                                                

Ao chegarem ao Museu, os visitantes foram recepcionados em uma das salas. Neste espaço, Amélia e a historiadora e funcionária do Museu, Milena Mayer, contaram um pouco sobre o tropeirismo - atividade econômica que originou a cidade de Castro - como eram as viagens, e sobre os utensílios que eram utilizados pelos tropeiros durante os meses em que permaneciam fora de suas casas. Os visitantes também ouviram uma música que reproduz o som das tropas e canção de Silvestre Alves, o cancioneiro da Rota, sobre o cotidiano dos tropeiros.



                                 


                         


  

Em seguida, os visitantes – professores, alunos e alguns de seus familiares – puderam manusear alguns utensílios do Museu. Esta experiência foi acompanhada pela descrição feita por Amélia e Milena sobre a utilização destes materiais pelos tropeiros. Entre os objetos apresentados estiveram o cincerro - o sino que ia no pescoço da madrinha, a mula que seguia à frente da tropa –, cangalhas, e arreios. Também conheceram como era preparado o alimento no pouso tropeiro, com fogueiras feitas no chão, ferros de passar roupa a brasa, entre outros materiais da época. E, depois de conhecer um pouco do cotidiano dos tropeiros, o grupo seguiu para a Casa de Sinhara, onde foi vez de descobrir como era a vida das esposas dos tropeiros, que durante as viagens de seus maridos eram responsáveis por cuidar das propriedades. A Casa retrata o modo de vida e os costumes das mulheres do séc XIX. O passeio por Castro terminaria com visita à Fazenda Capão Alto.

E, os vários comentários, brincadeiras e perguntas dos visitantes deixou claro que eles aprovaram o passeio. “A gente vive muito na imaginação. Passeios como o que fizemos em Castro, que uniu informação e o manuseio nos objetos, nos permitiu sair da imaginação e conhecer melhor como era a vida dos tropeiros”, destaca Elaine Cristina Pereira Pinto Machado, uma das alunas da Apadevi. “E, como era difícil a vida deste tropeiros, os objeto são todos grandes e pesados”, opina. 


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

RESTAURO DA COBERTURA DO MUSEU DO TROPEIRO EM FASE FINAL

     










Está na fase final a restauração do telhado do Museu do Tropeiro. Agora, os profissionais da Arquibrasil Arquitetura e Restauração trabalham na recolocação das telhas da cobertura do Museu. A Prefeitura está investindo R$ 179.260,30 no serviço de restauração, com recursos próprios. Devido ao imóvel ser tombado, a empresa interessada na reforma deveria possuir experiência comprovada em restauração de patrimônio histórico. 

Os trabalhos iniciaram em julho, com a recuperação das telhas originais. Todas as telhas da cobertura do Museu foram retiradas e lavadas uma a uma; as que estavam em bom estado foram impermeabilizadas. Houve também a troca da madeira que dá sustentação à cobertura do Museu. O mestre de obras da Arquibrasil, Emerson de Jesus, que coordena o trabalho, explica que o madeiramento da cobertura ainda recebeu tratamento anticupim. "Realizado esse trabalho, instalamos, em seguida, uma manta de alumínio sobre o forro do Museu. A manta é responsável pelo isolamento térmico do imóvel e ajuda a proteger a estrutura interna do imóvel contra goteiras, caso alguma telha seja danificada". Finalizadas essas etapas, os profissionais agora trabalham na recolocação das telhas na cobertura do Museu. "Se o tempo colaborar, creio que em duas semanas possamos finalizar o trabalho de recolocação das telhas", aponta Emerson.
 
O imóvel que serve de sede para o Museu do Tropeiro foi construído no século XVIII e foi tombado pelo Patrimônio Histórico Cultural do Paraná em 1978. Há anos o imóvel enfrentava problemas com goteiras, e os prejuízos chegaram ao forro, ao assoalho e às paredes. Em virtude disso, a coordenadora do Museu do Tropeiro, Amélia Podolan Flügel, explica que o restauro da cobertura do imóvel é fundamental para conter sua degradação. "Os principais problemas estruturais eram em decorrência das más condições da cobertura do Museu - com goteiras e infiltração. Por isso, consideramos que a reforma do telhado era uma ação emergencial e que ajudará a evitar mais problemas", aponta. 

Enquanto o imóvel passa por reforma, o acervo completo do Museu pode ser visitado na Casa de Mariinha, que fica na praça Sant'Ana do Iapó. Com mais de mil peças, o Museu do Tropeiro de Castro é considerado um dos mais importantes do gênero no Brasil.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Museu participa de encontro de Tropeirismo em Tibagi


        O Museu do Tropeiro participou de evento sobre Tropeirismo em Tibagi, município que integra a Rota dos Tropeiros, nos dias 16 e 17 de agosto. Estiveram presentes Eleni Cássia Vieira, fundadora do Museu do Tropeiro de Ipoema, em Minas Gerais, o Cancioneiro da Rota Silvestre Alves, reconhecido compositor de músicas regionais e Carlos Solera, coordenador do Projeto Tropeiro Brasil, que objetiva  alcançar o reconhecimento da figura do Tropeiro como Patrimônio Imaterial do Brasil.
      As historiadoras Milena Santos Mayer e Amélia Podolan Flügel apresentaram a exposição itinerante, com apetrechos e tralhas do Pouso e relataram aos presentes a trajetória do Museu e sua importância para o resgate da história do Tropeirismo.
      O  evento proporcionou aos cerca de 200 participantes  atividades ligadas à cultura tropeira, como o café tropeiro, cavalgada, contação de causos e  roda de viola.












quinta-feira, 24 de julho de 2014



Capacitação em Museologia

O Museu do Tropeiro e sua Associação de Amigos realizaram nos dias 09, 10 e 11 de julho um encontro de capacitação sobre patrimônio, preservação, museologia e conservação.  A Técnica em Museologia Fernanda Motta Nunes de Souza ministrou palestra sobre os temas, além de ensinar práticas de conservação preventiva e manipulação de acervo para funcionários da Seção de Patrimônio Histórico e Cultural,  estagiários e associados do Museu do Tropeiro. Além disso foi realizado um treinamento para decodificação de peças, como parte do projeto que prevê a atualização da documentação do acervo do Museu do Tropeiro.